Ferramenta
A torre de dependências
As cinco condições não são uma lista com marcas, são uma torre: cada uma se apoia na de baixo. Tire um bloco com um clique e veja o que cai em cima.
A torre está inteira. Os cinco blocos no lugar: o processo aguenta um agente. Agora tire o de baixo e veja o que acontece com os outros quatro.
A ordem não é decorativa. Ela vai de baixo para cima em ordem de dependência, não de importância.
O modelo, à vista
Os cinco blocos e a ordem em que se apoiam saem do post que acompanha esta ferramenta e do que vemos no começo de uma implementação. A ferramenta não dá nota de zero a cinco de propósito: quatro de cinco não é 80% quando o que falta é o de baixo.
Como ler
- Tire o bloco de baixo primeiro. É o menos discutido em uma reunião e o que leva mais coisa junto quando falta.
- Note que os blocos que caem ficam na tela, inclinados. Continuam ali, sem sustentar nada: é exatamente o que acontece com um processo que tem medição e permissões mas escreve o mesmo dado em dois lugares.
- Devolva o bloco e pule para o segundo. O dano muda de forma conforme qual falte, e esse é o argumento contra a lista com marcas.
Este objeto é a metade interativa de um artigo: O que precisa funcionar antes de colocar um agente de IA em um processo