Ferramenta
O terreno que você ainda não mapeou
Cada marca é uma forma concreta de quebrar que aparece em produção e não na demo. Mova quantos agentes o seu time colocou e a luz se move com ele. As que ficam no escuro estão listadas abaixo com nome e sobrenome.
Faltam 15 de 18 para você percorrer. Não são categorias, são casos com nome. Estes são os que estão do lado escuro com o seu número:
- manda um áudio de dois minutos em vez de escrever
- manda a foto do comprovante em vez do número do pedido
- responde que sim a uma pergunta que tinha duas opções
- o feriado regional que não está em nenhum calendário do sistema
- o mesmo cliente escreve de dois números diferentes
- o pagamento entrou duas vezes e o sistema mostra um
- a pergunta chega em portunhol, com palavras dos dois idiomas
- reencaminha uma mensagem antiga do agente e começa a conversa dali
- e 7 mais.
O modelo, à vista
O catálogo sai das nossas próprias implementações, não de um estudo. O número atrás de cada caso é a implementação em que já o tínhamos visto pelo menos uma vez, ou seja uma ordem que observamos e não uma probabilidade medida. É por isso que dá para antecipar, e é por isso que está declarado.
Como ler
- Coloque o controle em zero. É de onde parte um time que nunca colocou um agente em produção, e o terreno inteiro fica no escuro.
- Leia os casos, não as quantidades. Cada um é uma conversa que deu errado antes de alguém saber que aquele caso existia.
- Os três primeiros são da primeira implementação e soam óbvios lidos aqui. Nenhum deles estava no documento de escopo daquela primeira implementação.
Este objeto é a metade interativa de um artigo: Por que ter time de TI próprio não substitui experiência em agentes